Tratado da Amizade (1601)
Mattèo Ricci
Jorge Cendón Conde (ed. estudo preliminar e tradución ao galego)

Editorial Auto-edición, 2015
DescripciónRústica con lapelas, 684 páxs., 16 x 23
ISBN / ref 978-84-608-4860-8
Sinopse
You lun (Tratado sobre a amizade), também intitulado Jiao you lun (Tratado sobre como fazer amigos), é uma obra do missionário jesuíta Matteo Ricci (1552 a 1610), que também adicionou a ela um título latino, De Amicitia. Escrito para o leitor chinês não cristão em geral, ele elabora o conceito da amizade virtuosa e reflete os esforços de Ricci para levar a cultura da Renascença e o humanismo até a China. De acordo com Si ku quan shu ti yao (Bibliografia anotada da Biblioteca Imperial), a obra foi recomendada por Qu Rukui (nascido em 1549), membro de uma família notória de oficiais e estudiosos em Changshu, Jiangsu, um dos primeiros seguidores de Ricci, que foi batizado em 1605 em Nanquim. O tratado surgiu a partir das discussões de Ricci sobre a amizade com Zhu Duojie (1573 a 1601), príncipe de Jian'an. Trata-se da primeira obra de Ricci em chinês. Este tratado inclui textos traduzidos ou parafraseados, além de aforismos de santos e sábios ocidentais, que estão apresentados em um formato facilmente reconhecível pelos estudiosos chineses. Ele contém 100 máximas em 3500 palavras, 76 coletadas anteriormente por Ricci e o restante adicionado mais tarde. Neste prefácio, Ricci descreve a hospitalidade do príncipe Jian'an, que, ao final de um banquete, perguntou a Ricci o que os ocidentais pensavam sobre a amizade. As máximas não estão agrupadas de nenhum modo específico, podendo ser lidas separadamente, sem referência uma a outra. Dentre os autores citados por Ricci, estão Aristóteles, Plutarco, Cícero, Sêneca, além de pensadores cristãos como Santo Ambrósio de Milão e Santo Agostinho de Hipona. O livro foi bem-recebido pelos estudiosos chineses, que o liam por curiosidade e ficavam impressionados com as habilidades de Ricci na escrita. Algumas máximas foram citadas em obras de estudiosos do final do período Ming, incluindo uma que diz: “Meu amigo não é outra pessoa. Meu amigo é metade de mim, outro eu. Devo, portanto, estimar meu amigo como a mim mesmo”. Ricci parecia ter talento para a amizade, tendo feito muitos amigos durante seus anos como missionário na China.
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